<< May 2004 >>
Sun Mon Tue Wed Thu Fri Sat
 01
02 03 04 05 06 07 08
09 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31

Nalanda Blog:


*notícias de nossas atividades

*cursos e retiros do Centro Nalanda

*atualizações de nossa homepage

*notícias do mundo Theravada no Brasil e no mundo

*notícias de sites amigos

*impressões sobre o desenvolvimento do Buddhismo no Brasil, etc....

Aqui você também pode:

*comentar as notícias e idéias expostas (use o link "make a comment" após cada mensagem)

*fazer perguntas

*ou se cadastrar para receber um email sempre que o blog for atualizado
(utilize a caixa logo abaixo para colocar seu email e clique em "register").


Indique aos amigos!


----------



Centro Nalanda


----------


próximos retiros


programa do mês


nosso mosteiro


livros publicados


 



Web Counter
Lerner Clothing



If you want to be updated on this weblog Enter your email here:



rss feed



4.5.04
apego à beleza

O apego à beleza corporal é um dos mais fortes grilhões. Há uma história interessante dos tempos do Buddha sobre isso. Conta-se que a filha de Gotami, madrasta do Buddha, era uma princesa muito bela. Ela havia se casado com o príncipe Nanda. Acontece que tanto o Buddha, o filho do Buddha, Rahula, sua mãe e o próprio Nanda todos eles haviam tomado a vida monástica. Vendo que estava sozinha resolveu se tornar uma monja. Mas mesmo depois de monja, Rupananda temia se encontrar com o Buddha, pois certamente, ela achava, ele falaria alguma coisa sobre a impermanência e a decadência, após ver o quão bela ela era. Finalmente, convencida pelas amigas, ela vai até o Buddha, mas este, percebendo o quanto ela era apegada à própria beleza, resolve utilizar-se de um artifício. Ele cria uma imagem de uma jovem belíssima sentada a seu lado, somente vista por Rupananda . A imagem vai entretanto gradualmente envelhecendo. Durante o processo Rupananda vai perdendo o apego a seu corpo, e quando a jovem figura se torna apenas um corpo putrefato cheio de vermes, Rupananda compreende por completo os agregados, escuta um ensinamento do Buddha sobre as três características da existência e atinge o estado de sotapanna. O Buddha então termina com este verso do Dhammapada, após o qual ela se torna um arahant.
De ossos a cidade é feita,
Com reboco de carne e sangue.
Aqui, o envelhecimento e a morte,
O orgulho e a depreciação dos outros são guardados.

Dhanapala


Posted at 10:50 pm by nalanda
O que você acha disso?  

3.5.04
retiro em Itabira e novo txt em SP

Nos dias 21, 22 e 23 de maio de 2004 em Itabira haverá um retiro de "Introdução à Meditação Samatha-Vipassana". Essa meditação é originária do Buddhismo Theravada, a mais antiga ordem buddhista no mundo, aquela presente no Sri Lanka, Thailândia e Birmânia. Estaremos nestes três dias buscando compreender a essência da meditação buddhista tal como exposta pelo Buddha. O workshop será dirigido por Ricardo Sasaki, fundador do Centro Buddhista Nalanda, autor e tradutor de vários livros sobre Buddhismo e professor autorizado na Tradição Theravada.
E no Nalanda São Paulo, um novo texto começando nesta quarta-feira: "A Prática Contínua".
Contato: Juliana Costa

Posted at 09:43 pm by nalanda
O que você acha disso?  

30.4.04
livro sobre morte

Conforme foi informado previamente na lista Zen, tenho o prazer de informá-los que o livro de Tanatologia (estudos sobre a morte e o morrer) que contém uma palestra minha sobre a morte no Buddhismo, além de um número de outras colaborações de outros psicólogos, médicos, religiosos e profissionais da saúde está sendo lançado em tiragem de apenas 500 exemplares. Ele será vendido a 25,00; terá 252 páginas; e dizem que a capa está muito bonita. Sairá com o título de ANAIS DO I CONGRESSO BRASILEIRO DE TANATOLOGIA E BIOÉTICA e publicado pelo Departamento de Tanatologia da Associação Médica de Minas Gerais. Interessados podem entrar em contato comigo. Esta será a única edição destes anais e não estará em livrarias.

Ricardo


Posted at 05:48 pm by nalanda
O que você acha disso?  

29.4.04
negando a morte

"Imediatamente quando começamos a falar sobre morte em nossa cultura, o asunto estimula todo tipo de images de algo mórbido, depressivo, trágico ou doloroso. Nossa cultura ocidental é particularmente boa em esconder a morte e torná-la estrangeira. Cobrimos imediatamente o defunto e o fechamos atrás de portas cerradas, cobrimo-lo com um lençol estéril, de certo modo negando a relevância da morte em nossas vidas. Há tamanho medo da extinção que tratamos a morte como um tabu. Vivemos com essa ansiedade quanto à morte, como se ela fosse uma negação de nossos direitos de autodeterminação continua e perpétua".

Barzaghi Sensei


Posted at 11:03 pm by nalanda
O que você acha disso?  

28.4.04
Encontrando a Morte

"Enquanto monge, encontrei mortes, dessa vez com mais sentimento e compaixão. Quando visitei um doente, podia sentir simpatia por ele. Fazia o meu melhor consolá-lo. Para os buddhistas, eu recitava suttas, as escrituras buddhistas. Dizia a eles o que o Buddha disse: ‘O corpo pode ficar doente, mas não deixe que a mente fique doente’. Podemos não ser capazes de fazer muito pelo corpo, mas podemos fazer alguma coisa pela mente. Podemos nos manter estáveis, mesmo quando estamos doentes. Podemos ser vigilantes. Podemos ver o surgir e o desaparecer da dor, como ela vem e vai, em ondas. Podemos entender a impureza do sofrimento. Podemos encontrá-lo e aprender com ele. Ele está lá, como um teste - de quão bem você entendeu a natureza da vida, quão bem entendeu que não há um eu permanente aqui, mas somente a mudança constante, o surgir e o desaparecer, como o fluxo incessante de um rio; de quão bem você entendeu que essa é nossa ignorância, apego, avidez, raiva, medo, etc., que são as causas de nossos sofrimento".

Visu


Posted at 11:53 pm by nalanda
O que você acha disso?  

27.4.04
o começo da consciência religiosa

"Podemos considerar e compreender em geral que um fenômeno tal como a morte é impossível ou mesmo inevitável, mas podemos aceitá-la de bom grado quando confrontados com nossa própria morte ou com a morte de alguém que amamos? Podemos entender a morte em geral porque este entendimento é baseado em nossa razão, mas a morte de uma pessoa querida é difícil de ser aceita devido ao fato de nossas emoções estarem envolvidas.

Este é o começo da consciência religiosa. Os grandes líderes religiosos tais como Shinran, Hônen, Dôgen e  Nichiren possuem uma mente movida por algo fundamentalmente diferente daquilo que surge principalmente movido por um estudo da filosofia. Esta diferença é a consciência de que existir como um ser humano é difícil e é a causa de  toda nossa agonia; e que esta agonia não pode ser aliviada pelos nossos próprios esforços. O sofrimento do homem é  o mesmo, seja em nossa época democrática ou durante o período feudal quando Shinran despertou para esta consciência".

N. Kikumura.


Posted at 11:43 pm by nalanda
Leia as opiniões (3)  

26.4.04
Alô Morte. Adeus Vida

Em homenagem a um grande, querido e velho amigo que morreu ontem, colocarei durante esta semana, passagens sobre a morte e o morrer. Repentina é a morte e tão próxima!

Ricardo

Alô Morte. Adeus Vida

"Um dia quando eu morrer, como deve acontecer, gostaria de morrer com um sorriso em meus lábios. Gostaria de partir pacificamente, cumprimentar a morte como um amigo e ser capaz de dizer muito alegremente: ‘Alô Morte, Adeus Vida’.

Posso me imaginar tendo uma conversa com a morte. Talvez ela possa se dar dessa forma: ‘Alô Morte! Como vai você? Tenho esperado por você um longo tempo. Toda a minha vida tenho esperado por você. Finalmente você está vindo a mim? Já é hora de eu partir?

‘Sim, sim, Morte, eu estou indo. Seja paciente. Estou pronto. Você não pode ver que eu estou sorrindo? Já há longo tempo que tenho planejado cumprimentá-la com um sorriso. Sim, Morte, eu compreendo. Você não precisa se desculpar. Sei que você tem um trabalho para fazer. Não tenho nada contra você. Sem maus sentimentos. Nada pessoal, eu entendo".

Visu


Posted at 11:47 pm by nalanda
O que você acha disso?  

23.4.04
Maratajjaniya Sutta & Los Deberes del Gobierno

Maratajjaniya Sutta (MN 50) - A Repreensão a Mara. Mara tenta atormentar o Ven. Maha Moggallana, mas Moggallana conta para Mara a história de quando ele foi um Mara e o adverte dos perigos ao atormentar um discípulo do Buda. É o novo sutta no Acesso ao Insight.

E Los Deberes del Gobierno por el Ven. Walpola Rahula

É o novo artigo em Appamadanet.

El Buddha era equitativo y claro sobre política, la guerra y la paz. Es un hecho harto sabido, para repetirlo aquí, que el Buddhismo defiende y predica la no violencia y la paz como su mensaje universal, y que no aprueba ninguna clase de violencia o destrucción de vidas. Según el Buddhismo, ninguna guerra puede ser llamada "justa", porque este es sólo un término falso que ha sido acuñado y puesto en circulación para justificar y excusar el odio, la crueldad, la violencia y las matanzas. ¿Quién decide qué es lo justo o lo injusto? Los poderosos y victoriosos son "justos"; los débiles y vencidos son "injustos". Nuestra guerra siempre es "justa", pero la guerra de los otros es siempre "injusta". El Buddhismo no acepta esta actitud.


Posted at 05:41 pm by nalanda
O que você acha disso?  

22.4.04
falando de renascimento

"Renascimento, ou a falta dele, depende de suas causas e fatores contribuintes. Assim, não declare qualquer ponto de vista rígido (não o expresse sem tato). Fazer isso é incorreto com relação à Lei da Condicionalidade no Buddhismo, que declara que de fato ninguém nasce ou não nasce; há apenas um fluxo de causas e efeitos que são tomadas tão seriamente como sendo o próprio eu e as próprias ações que se tornam objetos de apego e brigas".

Achaan Buddhadasa


Posted at 12:40 pm by nalanda
O que você acha disso?  

19.4.04
dois novos suttas no Acesso

Cula-Assapura Sutta (MN 40) - O Discurso Curto em Assapura. Dando seguimento ao sutta anterior o Buda explica que aquilo que faz de alguém um contemplativo não é a mera prática externa de austeridades mas a purificação interior das contaminações. Brahmanimantanika Sutta (MN 49) - O Convite de um Brahma. Um dramático diálogo entre o Buda e o deus Brahma que acreditava ser eterno o paraíso sobre o qual ele presidia e que não havia nenhum estado superior mais além. O Buda tenta dissuadi-lo desse entendimento incorreto.

Posted at 12:01 pm by nalanda
O que você acha disso?  

Previous Page Next Page