"Enquanto monge, encontrei mortes, dessa vez com mais sentimento e compaixão. Quando visitei um doente, podia sentir simpatia por ele. Fazia o meu melhor consolá-lo. Para os buddhistas, eu recitava suttas, as escrituras buddhistas. Dizia a eles o que o Buddha disse: ‘O corpo pode ficar doente, mas não deixe que a mente fique doente’. Podemos não ser capazes de fazer muito pelo corpo, mas podemos fazer alguma coisa pela mente. Podemos nos manter estáveis, mesmo quando estamos doentes. Podemos ser vigilantes. Podemos ver o surgir e o desaparecer da dor, como ela vem e vai, em ondas. Podemos entender a impureza do sofrimento. Podemos encontrá-lo e aprender com ele. Ele está lá, como um teste - de quão bem você entendeu a natureza da vida, quão bem entendeu que não há um eu permanente aqui, mas somente a mudança constante, o surgir e o desaparecer, como o fluxo incessante de um rio; de quão bem você entendeu que essa é nossa ignorância, apego, avidez, raiva, medo, etc., que são as causas de nossos sofrimento".
Visu
Posted at 11:53 pm by nalanda